Quando nos fechamos em nós mesmos não damos espaço para que algo novo e diferente aconteça em nossa vida. Assim toda nossa mente é ocupada por pensamentos ruins que reavivam a todo instante nossa tristeza.
É preciso permitir que algo novo e bom venha para substituir esses sentimentos.
Quando nos amarramos a nossa dor, nos tornamos prisioneiros do sofrimento.
Permita-se abrir à novas possibilidades.
( Maisa Baria )
Ninguém é capaz de roubar a nossa Paz ou nos zangar quando nos propomos verdadeiramente dentro de nós a estar em sintonia com o bem e com o amor.
Somente a nós é dado o poder de decidir o que queremos e o que permitimos entrar em nossas vidas.
Lembre-se que o outro não te irrita,é você quem se deixa irritar; o outro não te magoa, é você quem se deixa magoar; o outro não tem acesso ao seu íntimo, é você que o deixa entrar.
Escolha melhor os sentimentos que quer em sua vida e tenha uma vida mais saudável e feliz.
(Maisa Baria)
Algumas
vezes quando tentamos traduzir nossas emoções em palavras elas acabam
se perdendo e nos enrolamos para dizer o que de fato queremos escolhendo
as palavras erradas na hora de colocar os sentimentos para fora.
Ao passo que falamos e ouvimos a nossa própria voz, já sabemos que não era exatamente isso o que deveria ser dito, que aquilo não traduz o que gostaríamos de falar, e que quanto mais tentamos nos explicar mais nos distanciamos do que queríamos dizer. Percebemos na fisionomia daquele que nos escuta e em sua reação que a comunicação não aconteceu. Entre o que sentimos, o que dissemos e o que o outro entendeu ficou uma lacuna que por mais que tentemos não conseguimos preencher.
Essa falha de comunicação acontece principalmente porque muitas vezes não colocamos o nosso coração naquilo que estamos falando. Queremos dizer uma coisa mas não queremos dizer aquilo exatamente como pensamos, então procuramos palavras alternativas que possam “dar a entender” o que queremos, só que nem sempre quem nos escuta entende, e é justamente ai que a confusão começa. Quando não dizemos claramente o que pensamos abrimos uma porta para que o outro possa entender e interpretar o que dissemos a seu modo.
Normalmente agimos assim porque queremos nos preservar não revelando ao outro tudo que vai dentro de nós, falamos mas só até certo ponto, mais do que isso nos sentimos expostos, ou seja, damos as informações pela metade e esperamos que o outro compreenda o todo, quando isso não acontece nos frustramos.
Outra situação muito comum é tentar antecipar como o outro vai reagir, o que vai pensar e dizer, e por acreditar que sabemos como o outro vai se comportar conduzimos a conversa condicionada a esse prejulgamento, sem expor o que sentimos com transparência, oferecemos uma versão adaptada do que de fato gostaríamos de dizer.
Se queremos que alguém nos escute com a alma, será preciso falar com o coração, sem meias palavras, sem dar a volta no assunto, sem esperar que o outro adivinhe aquilo que não foi falado. Seja sincero e claro com o que você pensa, transparente e verdadeiro com o que sente, só assim o outro vai saber exatamente o que você quer, o que espera, o que te faz feliz ou não, do que gosta ou não gosta. Perceba que quando você exterioriza com clareza suas opiniões e sentimentos não deixa espaço para dúvidas e interpretações erradas, evitando assim qualquer mal entendido.
Somente quando falamos com o coração conseguimos exteriorizar verdadeiramente a nossa essência. Harmonizando o que pensamos, sentimos e transmitimos, permitimos ao outro um melhor entendimento a nosso respeito e compreensão do que nos vai na alma.
Seja qual for a conversa que você precisa ter, respire fundo e comece sempre falando com o coração...
(Maisa Baria)
Ao passo que falamos e ouvimos a nossa própria voz, já sabemos que não era exatamente isso o que deveria ser dito, que aquilo não traduz o que gostaríamos de falar, e que quanto mais tentamos nos explicar mais nos distanciamos do que queríamos dizer. Percebemos na fisionomia daquele que nos escuta e em sua reação que a comunicação não aconteceu. Entre o que sentimos, o que dissemos e o que o outro entendeu ficou uma lacuna que por mais que tentemos não conseguimos preencher.
Essa falha de comunicação acontece principalmente porque muitas vezes não colocamos o nosso coração naquilo que estamos falando. Queremos dizer uma coisa mas não queremos dizer aquilo exatamente como pensamos, então procuramos palavras alternativas que possam “dar a entender” o que queremos, só que nem sempre quem nos escuta entende, e é justamente ai que a confusão começa. Quando não dizemos claramente o que pensamos abrimos uma porta para que o outro possa entender e interpretar o que dissemos a seu modo.
Normalmente agimos assim porque queremos nos preservar não revelando ao outro tudo que vai dentro de nós, falamos mas só até certo ponto, mais do que isso nos sentimos expostos, ou seja, damos as informações pela metade e esperamos que o outro compreenda o todo, quando isso não acontece nos frustramos.
Outra situação muito comum é tentar antecipar como o outro vai reagir, o que vai pensar e dizer, e por acreditar que sabemos como o outro vai se comportar conduzimos a conversa condicionada a esse prejulgamento, sem expor o que sentimos com transparência, oferecemos uma versão adaptada do que de fato gostaríamos de dizer.
Se queremos que alguém nos escute com a alma, será preciso falar com o coração, sem meias palavras, sem dar a volta no assunto, sem esperar que o outro adivinhe aquilo que não foi falado. Seja sincero e claro com o que você pensa, transparente e verdadeiro com o que sente, só assim o outro vai saber exatamente o que você quer, o que espera, o que te faz feliz ou não, do que gosta ou não gosta. Perceba que quando você exterioriza com clareza suas opiniões e sentimentos não deixa espaço para dúvidas e interpretações erradas, evitando assim qualquer mal entendido.
Somente quando falamos com o coração conseguimos exteriorizar verdadeiramente a nossa essência. Harmonizando o que pensamos, sentimos e transmitimos, permitimos ao outro um melhor entendimento a nosso respeito e compreensão do que nos vai na alma.
Seja qual for a conversa que você precisa ter, respire fundo e comece sempre falando com o coração...
(Maisa Baria)
Quando damos de nós aos que amamos, fazemos isso de alma livre, ninguém nos pede ou exige que se sinta amor ou ofereça carinho, o que vem de nós vai naturalmente, porque o amor não é algo que se exige ele é livre e flui com naturalidade de um para o outro.
Algumas vezes as pessoas que amamos não sabem como nos amar de volta na mesma proporção e intensidade, pois cada um tem seu próprio jeito de amar e demonstrar o amor que sente. Cada um tem a sua própria maneira de sentir e lidar com as emoções e as vezes quando o balanço entre a forma que amamos e a forma que somos amados é desproporcional nos sentimos em desvantagem, como se o amor que estamos recebendo não fosse o suficiente, esquecemos que o outro não é uma extensão de nós mesmos, não ama e não sente como nós, ama a sua própria maneira e vai transmitir esse amor do seu próprio jeito.
Cada pessoa é um universo completamente distinto de ideias, pensamentos e sentimentos. Tivemos diferente criação, vivemos diferentes experiências, percebemos o mundo a nossa volta de diferentes ângulos, por isso a essência de cada um tem a sua própria identidade e isso se reflete hora em que expressamos o amor, alguns são mais intensos, outros mais tímidos, uns mais calorosos, outros nem tanto. Vale lembrar que a intensidade das ações não reflete necessariamente a profundidade dos sentimentos, não é porque uma pessoa é mais reservada que o seu sentimento é mais superficial, ou se um é mais expressivo não quer dizer que ame mais intensamente, são apenas pessoas diferentes amando e demonstrando o amor da melhor maneira que sabem (mas não da mesma maneira).
Imagine dois copos um de 250ml e outro de 350ml, claramente um tem maior capacidade do que o outro, porém se olharmos sob outro ponto de vista uma vez que ambos estejam cheios os dois estão utilizando a sua capacidade total, são dois copos cheios, não importando a diferença de tamanho. Assim somos nós e a nossa capacidade de amar, amamos na nossa totalidade, dentro do limite que temos, sendo impossível ultrapassar a capacidade real de cada um. É aos poucos que com experiência e amadurecimento vamos nos aperfeiçoando e nos capacitando cada vez mais. Respeitar o limite do outro é entender que por mais que ele tente só pode ir até certo ponto.
Se um dia você perceber que o amor do outro é menor do que aquilo que vc esperava, que a forma como ele demonstra amor e se compromete com a relação não corresponde as suas expectativas entenda que o copo dele provavelmente é menor do que o seu. É que o “cheio” dele ainda é raso para você.
Amar é respeitar as limitações do outro, reconhecendo com amor que cada um tem seu próprio tempo de maturação e crescimento. Ame de forma que o seu amor transborde e saiba brindar com alegria ao copo que o outro te oferece.
(Maisa Baria)




